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Atendimento para Autistas (TEA)

Abordagem humanizada, técnica e adaptada sensorialmente para acolher crianças dentro do Transtorno do Espectro Autista.

Por que a Adaptação Sensorial e Comportamental é Necessária?

Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem apresentar hipersensibilidade sensorial a estímulos comuns em um consultório dentário, como o barulho do motor, a luz forte do refletor, texturas e sabores dos produtos de profilaxia. Nosso atendimento baseia-se na criação de um protocolo individualizado de acolhimento e dessensibilização.

Como funciona o nosso protocolo TEA:

  • Anamnese Sensorial Prévia: Antes da primeira consulta, conversamos com os pais para mapear o perfil sensorial da criança (o que ela tolera, o que desencadeia crises e quais são seus hiperfocos).
  • Redução de Estímulos Sensoriais: Controlamos a intensidade da luz (usamos óculos escuros de proteção), reduzimos sons (disponibilizamos abafadores de ruído) e evitamos cheiros fortes.
  • Apoio Visual e Previsibilidade: Utilizamos histórias sociais (livros ilustrados enviados antes da consulta para antecipar o que vai acontecer) e rotinas visuais (cartões de PECS) que explicam o passo a passo da consulta.
  • Dessensibilização Gradual: A criança pode vir ao consultório apenas para brincar ou sentar na cadeira nas primeiras sessões, criando laços de confiança antes de qualquer procedimento clínico.

Manejo Afetuoso e Inclusivo

A Dra. Érika Ramires possui capacitação técnica específica para entender e respeitar os limites comportamentais de crianças neurodivergentes. Não utilizamos contenção física forçada; em vez disso, trabalhamos com o reforço positivo, paciência e o acolhimento da família como parceira ativa no processo de atendimento.

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Gostaria de agendar uma primeira consulta de adaptação sensorial para seu filho? Fale com a gente.

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Dúvidas Frequentes

Nós enviamos uma 'história social' ilustrada (um livreto digital) para você ler com ele nos dias anteriores, mostrando fotos da Dra. Érika e do consultório. Mostre vídeos simples de escovação e explique a visita como algo seguro. A previsibilidade ajuda muito a reduzir a ansiedade.
Priorizamos sempre as técnicas de manejo comportamental e dessensibilização lenta. Não fazemos contenção mecânica forçada. Em casos de extrema necessidade de tratamentos complexos onde a criança não consiga colaborar de forma segura, discutimos com a família opções médicas integradas em ambiente seguro.
Sim, pois a consulta de adaptação/avaliação envolve um tempo estendido, acolhimento especializado, orientação aos pais e a montagem do prontuário com o perfil sensorial da criança. A ausência de intervenção física inicial faz parte do protocolo técnico de sucesso para pacientes com TEA.